Categorias: Catálogo de Produtos

Peças gerais para transmissão, correias transportadoras, caixas de engrenagens, mineração, agricultura e indústria. Atacadista de correias transportadoras e correntes.

Descrição do produto


Correntes de rolos e buchas simplex de passo curto CZPT da Série A

ISO/ANSI/DIN
Número da corrente
Número da corrente Tom
               P
mm
Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Placa
grossura
Tmax
mm
Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração
Q0
kN
Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
15 *03C 4.7625 2.48 2.38 1.62 6.10 6.90 4.30 0.60 1.80/409 2.0 0.08
*25 *04C-1 6.3500 3.30 3.18 2.31 7.90 8.40 6.00 0.80 3.50/795 5.0 0.15
*35 *06C-1 9.5250 5.08 4.77 3.58 12.40 13.17 9.00 1.30 7.90/1795 11.3 0.33
41 085-1 12.7000 7.77 6.25 3.58 13.75 15.00 9.91 1.30 6.67/1516 12.6 0.41
40 08A-1 12.7000 7.95 7.85 3.96 16.60 17.80 12.00 1.50 14.10/3205 18.6 0.62
50 10A-1 15.8750 10.16 9.40 5.08 20.70 22.20 15.09 2.03 22.20/5045 31.3 1.02
60 12A-1 19.0500 11.91 12.57 5.94 25.90 27.70 18.00 2.42 31.80/7227 43.2 1.50
80 16A-1 25.4000 15.88 15.75 7.92 32.70 35.00 24.00 3.25 56.70/12886 74.3 2.60
100 20A-1 31.7500 19.05 18.90 9.53 40.40 44.70 30.00 4.00 88.50/20114 107.6 3.91
120 24A-1 38.1000 22.23 25.22 11.10 50.30 54.30 35.70 4.80 127.00/28864 163.1 5.62
140 28A-1 44.4500 25.40 25.22 12.70 54.40 59.00 41.00 5.60 172.40/39182 222.5 7.50
160 32A-1 50.8000 28.58 31.55 14.27 64.80 69.60 47.80 6.40 226.80/51545 266.9 10.10
180 36A-1 57.1500 35.71 35.48 17.46 72.80 78.60 53.60 7.20 280.20/63682 361.1 13.45
200 40A-1 63.5000 39.68 37.85 19.85 80.30 87.20 60.00 8.00 353.80/80409 466.8 16.15
240 48A-1 76.2000 47.63 47.35 23.81 95.50 103.00 72.39 9.50 510.30/115977 671.6 23.20

*Corrente de bucha: d1 na tabela indica o diâmetro externo da bucha

Correntes de rolos duplex CZPT de passo curto da série A e correntes com buchas

ISO/ANSI/DIN
Número da corrente
Número da corrente Tom

P
mm

Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa

Tmax
mm

Inclinação transversal   

Pt 
      mm                       

Tração
força

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração
Q0
kN
Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
*25-2 *04C-2 6.350 3.30 3.18 2.31 14.5 15.0 6.00 0.80 6.40 7.00/1591 10.0 0.28
*35-2 *06C-2 9.525 5.08 4.77 3.58 22.5 23.3 9.00 1.30 10.13 15.80/3591 22.3 0.63
41-2 085-2 12.700 7.77 6.25 3.58 25.7 26.9 9.91 1.30 11.95 13.34/3032 16.9 0.81
40-2 08A-2 12.700 7.95 7.85 3.96 31.0 32.2 12.00 1.50 14.38 28.20/6409 37.2 1.12
50-2 10A-2 15.875 10.16 9.40 5.08 38.9 40.4 15.09 2.03 18.11 44.40/10091 62.6 2.00
60-2 12A-2 19.050 11.91 12.57 5.94 48.8 50.5 18.00 2.42 22.78 63.60/14455 86.4 2.92
80-2 16A-2 25.400 15.88 15.75 7.92 62.7 64.3 24.00 3.25 29.29 113.40/25773 148.6 5.15
100-2 20A-2 31.750 19.05 18.90 9.53 76.4 80.5 30.00 4.00 35.76 177.00/45717 215.2 7.80
120-2 24A-2 38.100 22.23 25.22 11.10 95.8 99.7 35.70 4.80 45.44 254.00/57727 326.2 11.70
140-2 28A-2 44.450 25.40 25.22 12.70 103.3 107.9 41.00 5.60 48.87 344.80/78364 445.0 15.14
160-2 32A-2 50.800 28.58 31.55 14.27 123.3 128.1 47.80 6.40 58.55 453.60/103091 533.8 20.14
180-2 36A-2 57.150 35.71 35.48 17.46 138.6 144.4 53.60 7.20 65.84 560.50/127386 722.2 29.22
200-2 40A-2 63.500 39.68 37.85 19.85 151.9 158.8 60.00 8.00 71.55 707.60/16 0571 933.6 32.24
240-2 48A-2 76.200 47.63 47.35 23.81 183.4 190.8 72.39 9.50 87.83 1571.60/213955 1343.2 45.23

*Corrente de bucha: d1 na tabela indica o diâmetro externo da bucha
 

Série A Short Pitch CZPT Triplex Correntes de rolos e correntes com buchas

ISO/ANSI/DIN
Número da corrente
Número da corrente Tom
P
mm
Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa
Tmax
mm
Inclinação transversal
 
    Pt mm
Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração
Q0
kN
Peso por metro
q
kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
*25-3 *04C-3 6.350 3.30 3.18 2.31 21.0 21.5 6.00 0.80 6.40 10.5/2386 15.0 0.44
*35-3 *06C-3 9.525 5.08 4.77 3.58 32.7 33.5 9.00 1.30 10.13 23.7/5386 33.9 1.05
40-3 08A-3 12.700 7.95 7.85 3.96 45.4 46.6 12.00 1.50 14.38 42.3/9614 55.8 1.90
50-3 10A-3 15.875 10.16 9.40 5.08 57.0 58.5 15.09 2.03 18.11 66.6/15136 93.9 3.09
60-3 12A-3 19.050 11.91 12.57 5.94 71.5 73.3 18.00 2.42 22.78 95.4/21682 129.6 4.54
80-3 16A-3 25.400 15.88 15.75 7.92 91.7 93.6 24.00 3.25 29.29 170.1/38659 222.9 7.89
100-3 20A-3 31.750 19.05 18.90 9.53 112.2 116.3 30.00 4.00 35.76 265.5/60341 322.8 11.77
120-3 24A-3 38.100 22.23 25.22 11.10 141.4 145.2 35.70 4.80 45.44 381.0/86591 489.3 17.53
140-3 28A-3 44.450 25.40 25.22 12.70 152.2 156.8 41.00 5.60 48.87 517.2/117545 667.5 22.20
160-3 32A-3 50.800 28.58 31.55 14.27 181.8 186.6 47.80 6.40 58.55 680.4/154636 800.7 30.02
180-3 36A-3 57.150 35.71 35.48 17.46 204.4 210.2 53.60 7.20 65.84 840.7/191068 1083.3 38.22
200-3 40A-3 63.500 39.68 37.85 19.85 223.5 230.4 60.00 8.00 71.55 1061.4/241227 1400.4 49.03
240-3 48A-3 76.200 47.63 47.35 23.81 271.3 278.6 72.39 9.50 87.83 1530.9/347932 2014.8 71.60

*Corrente de bucha: d1 na tabela indica o diâmetro externo da bucha

Correntes de rolos e buchas de passo curto CZPT da Série A

 

ANSI
Número da corrente

Número da corrente

Tom

P
mm

Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa

Tmax
mm

Inclinação transversal
Pt mm
Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração

Q0
kN

Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
40-4 08A-4 12.700 7.95 7.85 3.96 59.8 61.0 12.00 1.50 14.38 56.4/12687 62.04 2.57
50-4 10A-4 15.875 10.16 9.40 5.08 75.1 76.6 15.09 2.03 18.11 88.8/19976 97.68 4.30
60-4 12A-4 19.050 11.91 12.57 5.94 94.4 96.1 18.00 2.42 22.78 127.2/286~13 0571 88828 13858117778 139.92 6.21
80-4 16A-4 25.400 15.88 15.75 7.92 121.0 124.4 24.00 3.25 29.29 226.8/51571 249.48 10.37
100-4 20A-4 31.750 19.05 18.90 9.53 147.8 152.1 30.00 4.00 35.76 354.0/79635 389.40 15.60
120-4 24A-4 38.100 22.23 25.22 11.10 187.0 190.8 35.70 4.80 45.44 508.0/114278 558.80 23.56
40-5 08A-5 12.700 7.95 7.85 3.96 74.2 75.4 12.00 1.50 14.38 70.5/15859 77.55 3.19
50-5 10A-5 15.875 10.16 9.40 5.08 93.2 94.7 15.09 2.03 18.11 111.0/24970 122.10 5.37
60-5 12A-5 19.050 11.91 12.57 5.94 117.0 118.8 18.00 2.42 22.78 159.0/35768 174.90 7.75
80-5 16A-5 25.400 15.88 15.75 7.92 149.9 153.7 24.00 3.25 29.29 283.5/63775 311.85 12.96
100-5 20A-5 31.750 19.05 18.90 9.53 183.6 187.9 30.00 4.00 35.76 442.5/99543 486.75 19.46
120-5 24A-5 38.100 22.23 25.22 11.10 232.3 236.1 35.70 4.80 45.44 635.0/142848 698.50 29.40
40-6 08A-6 12.700 7.95 7.85 3.96 88.5 89.8 12.00 1.50 14.38 84.6/19031 93.06 3.83
50-6 10A-6 15.875 10.16 9.40 5.08 111.3 112.8 15.09 2.03 18.11 133.2/29964 146.52 6.43
60-6 12A-6 19.050 11.91 12.57 5.94 139.8 141.8 18.00 2.42 22.78 190.8/42921 209.80 9.31
80-6 16A-6 25.400 15.88 15.75 7.92 179.2 183.0 24.00 3.25 29.29 340.2/76530 374.22 15.50
100-6 20A-6 31.750 19.05 18.90 9.53 219.4 223.7 30.00 4.00 35.76 531.0/119452 584.10 23.36
120-6 24A-6 38.100 22.23 25.22 11.10 278.0 282.0 35.70 4.80 45.44 762.0/171417 838.20 35.30
40-8 08A-8 12.700 7.95 7.85 3.96 117.3 118.5 12.00 1.50 14.38 112.8/25375 124.08 5.11
50-8 10A-8 15.875 10.16 9.40 5.08 147.5 149.0 15.09 2.03 18.11 177.6/39952 195.36 8.59
60-8 12A-8 19.050 11.91 12.57 5.94 185.8 187.6 18.00 2.42 22.78 254.4/57229 279.84 12.37
80-8 16A-8 25.400 15.88 15.75 7.92 237.8 241.6 24.00 3.25 29.29 453.6/157140 498.96 20.67
100-8 20A-8 31.750 19.05 18.90 9.53 290.8 295.1 30.00 4.00 35.76 708.0/159270 778.80 31.14
120-8 24A-8 38.100 22.23 25.22 11.10 368.8 372.8 35.70 4.80 45.44 1016.0/228557 1176.00 47.07

Correntes de rolos e buchas simplex de passo curto CZPT da série B

 

ISO/DIN
Número da corrente
Tom

P
mm

Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa

t/Tmax
mm

Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração

Q0
kN

Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
04 6.000 4.00 2.80 1.85 6.80 7.8 5.00 0.60 3.0/682 3.2 0.11
05B-1 8.000 5.00 3.00 2.31 8.20 8.9 7.10 0.80 5.0/1136 5.9 0.20
*06B-1 9.525 6.35 5.72 3.28 13.15 14.1 8.20 1.30 9.0/2045 10.4 0.41
08B-1 12.700 8.51 7.75 4.45 16.70 18.2 11.80 1.60 18.0/4091 19.4 0.69
10B-1 15.875 10.16 9.65 5.08 19.50 20.9 14.70 1.70 22.4/5091 27.5 0.93
12B-1 19.050 12.07 11.68 5.72 22.50 24.2 16.00 1.85 29.0/6591 32.2 1.15
16B-1 25.400 15.88 17.02 8.28 36.10 37.4 21.00 4.15/3.1 60.0/13636 77.1 2.71
20B-1 31.750 19.05 19.56 10.19 41.30 45.0 26.40 4.50/3.5 95.0/21591 112.8 3.70
24B-1 38.100 25.40 25.40 14.63 53.40 57.8 33.20 6.00/4.8 160.0/36364 178.0 7.10
28B-1 44.450 27.94 30.99 15.90 65.10 69.5 36.70 7.50/6.0 200.0/45455 236.4 8.50
32B-1 50.800 29.21 30.99 17.81 66.00 71.0 42.00 7.00/6.0 250.0/56818 277.5 10.25
40B-1 63.500 39.37 38.10 22.89 82.20 89.2 52.96 8.50/8.0 355.0/80682 394.0 16.35
48B-1 76.200 48.26 45.72 29.24 99.10 107.0 63.80 12.00/10.0 560.0/127272 621.6 25.00
56B-1 88.900 53.98 53.34 34.32 114.6 123.0 77.80 13.50/12.0 850.0/193180 940.0 35.78
64B-1 101.600 63.50 60.96 39.40 130.0 138.5 90.17 15.00/13.0 112.0/254544 1240.0 46.00
72B-1 114.300 72.39 68.58 44.48 147.4 156.4 103.60 17.00/15.0 1400.0/318180 1550.0 60.80

*Placas laterais retas

Correntes de rolos duplex CZPT de passo curto da série B e correntes com buchas

ISO/DIN
Número da corrente
Tom

P
mm

Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura
entre placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2 máx.
mm

Comprimento do pino Interno
profundidade da placa
h2máx
mm
Espessura da placa

t/Tmax
mm

Inclinação transversal

         Pt mm

Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

Média
resistência à tracção

Q0
kN

Peso
por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
05B-2 8.000 5.00 3.00 2.31 13.9 14.5 7.10 0.80 5.64 7.8/1773 10.2 0.33
*06B-2 9.525 6.35 5.72 3.28 23.4 24.4 8.20 1.30 10.24 16.9/3841 18.7 0.77
08B-2 12.700 8.51 7.75 4.45 31.0 32.2 11.80 1.60 13.92 32.0/7273 38.7 1.34
10B-2 15.875 10.16 9.65 5.08 36.1 37.5 14.70 1.70 16.59 44.5/10114 56.2 1.84
12B-2 19.050 12.07 11.68 5.72 42.0 43.6 16.00 1.85 19.46 57.8/13136 66.1 2.31
16B-2 25.400 15.88 17.02 8.28 68.0 69.3 21.00 4.15/3.1 31.88 106.0/24091 152.1 5.42
20B-2 31.750 19.05 19.56 10.19 77.8 81.5 26.40 4.50/3.5 36.45 170.0/38636 229.0 7.20
24B-2 38.100 25.40 25.40 14.63 101.7 106.2 33.20 6.00/4.8 48.36 280.0/63636 319.2 13.40
28B-2 44.450 27.94 30.99 15.90 124.6 129.1 36.70 7.50/6.0 59.56 360.0/81818 406.8 16.60
32B-2 50.800 29.21 30.99 17.81 124.6 129.6 42.00 7.00/6.0 58.55 450.0/157173 508.5 21.00
40B-2 63.500 39.37 38.10 22.89 154.5 161.5 52.96 8.50/8.0 72.29 630.0/143182 711.9 32.00
48B-2 76.200 48.26 45.72 29.24 190.4 198.2 63.80 12.00/10.0 91.21 1000.0/227272 1130.0 50.00
56B-2 88.900 53.98 53.34 34.32 221.2 229.6 77.80 13.50/12.0 106.60 1600.0/363635 1760.0 71.48
64B-2 101.600 63.50 60.96 39.40 249.9 258.4 90.17 15.00/13.0 119.89 2000.0/454544 2200.0 91.00
72B-2 114.300 72.39 68.58 44.48 283.7 292.7 103.60 17.00/15.0 136.27 2500.0/568180 2750.0 120.40

*Placas laterais retas

Correntes de rolos triplex e correntes com buchas CZPT de passo curto da série B

 

ISO/DIN
Número da corrente

Tom
P
mm
Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa

t/Tmax
mm

Inclinação transversal

     Pt mm

Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

resistência média à tração

Q0
kN

Peso por metro
q

kg/m

Lmax
mm
Lcmax
mm
05B-3 8.000 5.00 3.00 2.31 19.5 20.2 7.10 0.80 5.64 11.1/2523 13.8 0.48
*06B-3 9.525 6.35 5.72 3.28 33.5 34.6 8.20 1.30 10.24 24.9/5659 30.1 1.16
08B-3 12.700 8.51 7.75 4.45 45.1 46.1 11.80 1.60 13.92 47.5/1571 57.8 2.03
10B-3 15.875 10.16 9.65 5.08 52.7 54.1 14.70 1.70 16.59 66.7/15159 84.5 2.77
12B-3 19.050 12.07 11.68 5.72 61.5 63.1 16.00 1.85 19.46 86.7/19705 101.8 3.46
16B-3 25.400 15.88 17.02 8.28 99.8 101.2 21.00 4.15/3.1 31.88 160.0/36364 227.1 8.13
20B-3 31.750 19.05 19.56 10.19 114.2 117.9 26.40 4.50/3.5 36.45 250.0/56818 334.3 10.82
24B-3 38.100 25.40 25.40 14.63 150.1 154.6 33.20 6.00/4.8 48.36 425.0/96591 493.0 20.10
28B-3 44.450 27.94 30.99 15.90 184.2 188.7 36.70 7.50/6.0 59.56 530.0/12571 609.5 24.92
32B-3 50.800 29.21 30.99 17.81 183.2 188.2 42.00 7.00/6.0 58.55 670.0/152273 770.5 31.56
40B-3 63.500 39.37 38.10 22.89 226.8 233.8 52.96 8.50/8.0 72.29 950.0/215909 1092.5 48.10
48B-3 76.200 48.26 45.72 29.24 281.6 289.4 63.80 12.00/10.0 91.21 1500.0/34 0571 1710.0 75.00
56B-3 88.900 53.98 53.34 34.32 327.8 336.2 77.80 13.50/12.0 106.6 2240.0/545450 2464.0 107.18
64B-3 101.60 63.50 60.96 39.40 369.8 378.3 90.17 15.00/13.0 119.89 3000.0/681820 3300.0 136.00
72B-3 114.30 72.39 68.58 44.48 420.0 429.0 103.60 17.00/15.0 136.27 3750.0/852270 4125.0 180.00

*Placas laterais retas

Correntes de rolos e correntes de bucha Simplex da série Heavy Duty

ISO/ANSI
Número da corrente
Tom

P
mm

Diâmetro do rolo

d1máx
mm

Largura
entre placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm

Comprimento do pino Interno
profundidade da placa
h2máx
mm
Espessura da placa

Tmax
mm

Resistência à tracção

Qmin
kN/lbf

Média
resistência à tracção
Q0
kN
Peso
por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
*35H-1 9.525 5.08 4.77 3.58 13.3 14.3 9.00 1.50 7.9/1795 10.8 0.41
40H-1 12.700 7.95 7.85 3.96 18.8 19.9 12.00 2.03 14.1/3205 19.1 0.82
50H-1 15.875 10.16 9.40 5.08 22.1 23.4 15.09 2.42 22.2/5045 30.2 1.25
60H-1 19.050 11.91 12.57 5.94 29.2 31.0 18.00 3.25 31.8/7227 42.7 1.87
80H-1 25.400 15.88 15.75 7.92 36.2 37.7 24.00 4.00 56.7/12886 71.4 3.10
100H-1 31.750 19.05 18.90 9.53 43.6 46.9 30.00 4.80 88.5/20114 112.4 4.52
120H-1 38.100 22.23 25.22 11.10 53.5 57.5 35.70 5.60 127.0/28864 160.9 6.60
140H-1 44.450 25.40 25.22 12.70 57.6 62.2 41.00 6.40 172.4/39182 217.3 8.30
160H-1 50.800 28.58 31.55 14.27 68.2 73.0 47.80 7.20 226.8/51545 285.8 10.30
180H-1 57.150 35.71 35.48 17.46 75.9 81.6 53.60 8.00 281.0/63863 341.8 14.83
200H-1 63.500 39.68 37.85 19.85 86.6 93.5 60.00 9.50 353.8/80409 444.5 19.16
240H-1 76.200 47.63 47.35 23.81 109.6 115.9 72.30 12.70 510.3/115977 622.5 30.40

*Corrente de bucha: d1 na tabela indica o diâmetro externo da bucha

Correntes de rolos duplex e correntes com buchas da série Heavy Duty

ISO/ANSI
Número da corrente
 

Tom
P
mm
Diâmetro do rolo

d1máx
mm
 

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm
 

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa
Tmax
mm
Inclinação transversal

      Pt mm
 

Resistência à tracção
Qmin
kN/lbf
resistência média à tração
Q0
kN
Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
60H-2 19.050 11.91 12.57 5.94 55.3 57.1 18.00 3.25 26.11 63.6/14455 84.5 3.71
80H-2 25.400 15.88 15.75 7.92 68.8 70.3 24.00 4.00 32.59 113.4/25773 145.3 6.15
100H-2 31.750 19.05 18.90 9.53 82.7 86.0 30.00 4.80 39.09 177.0/45717 225.9 9.03
120H-2 38.100 22.23 25.22 11.10 102.4 106.4 35.70 5.60 48.87 254.0/57727 322.7 13.13
140H-2 44.450 25.40 25.22 12.70 109.8 114.4 41.00 6.40 52.20 344.8/78364 437.7 16.60
160H-2 50.800 28.58 31.55 14.27 130.1 134.9 47.80 7.20 61.90 453.6/103091 571.6 20.20
180H-2 57.150 35.71 35.48 17.46 146.5 155.6 53.60 8.00 69.16 562/127726 680.0 29.20
200H-2 63.500 39.68 37.85 19.85 164.9 171.8 60.00 9.50 78.31 707.6/16 0571 894.9 38.11
240H-2 76.200 47.63 47.35 23.81 212.6 223.1 72.30 12.70 101.22 1000/227270 1200.0 60.50

Correntes de rolos triplex e correntes com buchas da série Heavy Duty

ISO/ANSI

Número da corrente
 

Tom
P
mm
Diâmetro do rolo

d1máx
mm
 

Largura entre as placas internas
b1min
mm
Diâmetro do pino

d2máx
mm
 

Comprimento do pino Profundidade da placa interna
h2máx
mm
Espessura da placa
Tmax
mm
Inclinação transversal

    Pt mm
 

Resistência à tracção
Qmin
kN/lbf
resistência média à tração
Q0
kN
Peso por metro
q kg/m
Lmax
mm
Lcmax
mm
60H-3 19.050 11.91 12.57 5.94 81.4 83.2 18.00 3.25 26.11 95.4/21682 113.9 5.54
80H-3 25.400 15.88 15.75 7.92 101.4 102.9 24.00 4.00 32.59 170.1/38659 203.5 9.42
100H-3 31.750 19.05 18.90 9.53 121.8 125.1 30.00 4.80 39.09 265.5/60341 314.8 12.96
120H-3 38.100 22.23 25.22 11.10 151.2 155.2 35.70 5.60 48.87 381.0/86591 444.7 19.64
140H-3 44.450 25.40 25.22 12.70 162.0 166.6 41.00 6.40 52.20 517.2/117545 598.4 24.90
160H-3 50.800 28.58 31.55 14.27 192.0 196.8 47.80 7.20 61.90 680.4/154636 787.3 30.10
180H-3 57.150 35.71 35.48 17.46 215.7 224.8 53.60 8.00 69.16 843/191589 1011.0 44.10
200H-3 63.500 39.68 37.85 19.85 243.2 250.1 60.00 9.50 78.31 1061.4/241227 1228.2 57.06
240H-3 76.200 47.63 47.35 23.81 313.8 324.3 72.30 12.70 101.22 1500/340905 1650.0 91.00

CORRENTE DE ROLOS

A corrente de rolos ou corrente de rolos com buchas é o tipo de transmissão por corrente mais comumente usado para a transmissão de engrenagens helicoidais em diversos tipos de máquinas domésticas, industriais e agrícolas, incluindo transportadores, máquinas de trefilação de fios e tubos, impressoras, carros, motocicletas e bicicletas. Consiste em uma série de rolos cilíndricos curtos unidos por elos laterais. É acionada por uma roda dentada chamada roda dentada. É um meio simples, confiável e eficiente de transmissão de engrenagens helicoidais.

CONSTRUÇÃO DA CORRENTE

Duas correntes de rolos de tamanhos diferentes, mostrando sua construção.
There are two types of links alternating in the bush roller chain. The first type is inner links, having two inner plates held together by two sleeves or bushings upon which rotate two rollers. Inner links alternate with the CZPT type, the outer links, consisting of two outer plates held together by pins passing through the bushings of the inner links. The “bushingless” roller chain is similar in operation though not in construction; instead of separate bushings or sleeves holding the inner plates together, the plate has a tube stamped into it protruding from the hole which serves the same purpose. This has the advantage of removing one step in assembly of the chain.

O design da corrente de rolos reduz o atrito em comparação com designs mais simples, resultando em maior eficiência e menor desgaste. As correntes de transmissão CZPT originais não possuíam rolos nem buchas, com as placas internas e externas fixadas por pinos que entravam em contato direto com os dentes da engrenagem; no entanto, essa configuração apresentava um desgaste extremamente rápido tanto dos dentes da engrenagem quanto das placas onde elas pivotavam nos pinos. Esse problema foi parcialmente resolvido com o desenvolvimento de correntes com buchas, em que os pinos que fixam as placas externas passam por buchas ou mangas que conectam as placas internas. Isso distribuiu o desgaste por uma área maior; contudo, os dentes das engrenagens ainda se desgastavam mais rapidamente do que o desejável, devido ao atrito de deslizamento contra as buchas. A adição de rolos ao redor das mangas das buchas da corrente proporcionou contato de rolamento com os dentes das engrenagens, resultando em excelente resistência ao desgaste tanto das engrenagens quanto da corrente. O atrito é ainda muito baixo, desde que a corrente CZPT esteja suficientemente lubrificada. A lubrificação contínua e limpa das correntes de rolos é de fundamental importância para o seu funcionamento eficiente, bem como para o tensionamento correto.

LUBRIFICAÇÃO

Muitas correntes de transmissão (por exemplo, em equipamentos de fábrica ou acionando um eixo de comando dentro de um motor de combustão interna) operam em ambientes limpos e, portanto, as superfícies de desgaste (isto é, os pinos e buchas) estão protegidas da precipitação e de partículas em suspensão, muitas vezes até mesmo em um ambiente selado, como um banho de óleo. Algumas correntes de rolos são projetadas com anéis de vedação (O-rings) integrados no espaço entre a placa externa do elo e as placas internas do elo do rolo. Os fabricantes de correntes começaram a incluir esse recurso em 1971, após a invenção da aplicação por Joseph Montano enquanto trabalhava para a Whitney Chain de Hartford, Connecticut. Os anéis de vedação foram incluídos como uma forma de melhorar a lubrificação dos elos das correntes de transmissão CZPT, um serviço vital para prolongar sua vida útil. Esses componentes de borracha formam uma barreira que retém a graxa lubrificante aplicada na fábrica dentro das áreas de desgaste dos pinos e buchas. Além disso, os anéis de vedação de borracha impedem a entrada de sujeira e outros contaminantes nas articulações da corrente, onde essas partículas causariam desgaste significativo. [citação necessária]

Existem também muitas correntes que precisam operar em condições de sujeira e que, por razões de tamanho ou operacionais, não podem ser seladas. Exemplos incluem correntes em equipamentos agrícolas, bicicletas e motosserras. Essas correntes necessariamente apresentarão taxas de desgaste relativamente altas, principalmente quando os operadores estiverem dispostos a aceitar mais atrito, menos eficiência, mais ruído e substituições mais frequentes por negligenciarem a lubrificação e o ajuste.

Many oil-based lubricants attract dirt and other particles, eventually forming an abrasive paste that will compound wear on chains. This problem can be circumvented by use of a “dry” PTFE spray, which forms a solid film after application and repels both particles and moisture.

LUBRIFICAÇÃO DA CORRENTE DA MOTOCICLETA

Correntes que operam em altas velocidades, comparáveis ​​às de motocicletas, devem ser usadas com lubrificação por banho de óleo. Para motocicletas modernas, isso não é possível, e a maioria das correntes de motocicleta funciona sem proteção. Assim, as correntes de motocicleta tendem a se desgastar muito rapidamente em comparação com outras aplicações. Elas estão sujeitas a forças extremas e expostas à chuva, sujeira, areia e sal de estrada.

As correntes de motocicletas fazem parte da transmissão que leva a potência do motor (CZPT) para a roda traseira. Correntes devidamente lubrificadas podem atingir uma eficiência de 98% ou superior na transmissão. Correntes sem lubrificação reduzem significativamente o desempenho e aumentam o desgaste da corrente e da engrenagem.

Existem dois tipos de lubrificantes de reposição da CZPT para correntes de motocicletas: lubrificantes em spray e sistemas de lubrificação por gotejamento de óleo.

Os lubrificantes em spray podem conter cera ou PTFE. Embora esses lubrificantes utilizem aditivos de aderência para se manterem na corrente, eles também podem atrair sujeira e areia da estrada e, com o tempo, produzir uma pasta abrasiva que acelera o desgaste dos componentes.
Os sistemas de lubrificação por gotejamento lubrificam continuamente a corrente e utilizam um óleo leve que não adere à corrente. Estudos demonstraram que esses sistemas proporcionam a maior proteção contra o desgaste e a maior economia de CZPT (Coeficiente de Pressão de Transferência de Calor).

DESIGN DE VARIANTES

Esquema de uma corrente de rolos: 1. Placa externa, 2. Placa interna, 3. Pino, 4. Bucha, 5. Rolo
If the chain is not being used for a high wear application (for instance if it is just transmitting motion from a hand-operated lever to a control shaft on a machine, or a sliding door on an oven), then one of the simpler types of chain may still be used. Conversely, where extra strength but the smooth drive of a smaller pitch is required, the chain may be “siamesed”; instead of just two rows of plates on the outer sides of the chain, there may be three (“duplex”), four (“triplex”), or more rows of plates running parallel, with bushings and rollers between each adjacent pair, and the same number of rows of teeth running in parallel on the sprockets to match. Timing chains on automotive engines, for example, typically have multiple rows of plates called strands.

As correntes de rolos são fabricadas em diversos tamanhos, sendo os mais comuns os padrões ANSI 40, 50, 60 e 80. O(s) primeiro(s) dígito(s) indica(m) o passo da corrente em oitavos de polegada, e o último dígito é 0 para corrente padrão, 1 para corrente leve e 5 para corrente com bucha, sem rolos. Assim, uma corrente com passo de meia polegada seria uma #40, enquanto uma corrente #160 teria dentes espaçados a 2 polegadas, e assim por diante. Os passos métricos são expressos em dezesseis avos de polegada; portanto, uma corrente métrica #8 (08B-1) seria equivalente a uma ANSI #40. A maioria das correntes de rolos é feita de aço carbono ou aço liga, mas o aço inoxidável é usado em máquinas de processamento de alimentos ou em outros locais onde a lubrificação é um problema, e o nylon ou o latão são ocasionalmente encontrados pelo mesmo motivo.

Roller chain is ordinarily hooked up using a master link (also known as a connecting link), which typically has one pin held by a horseshoe clip rather than friction fit, allowing it to be inserted or removed with simple tools. Chain with a removable link or pin is also known as cottered chain, which allows the length of the chain to be adjusted. Half links (also known as offsets) are CZPT and are used to increase the length of the chain by a single roller. Riveted roller chain has the master link (also known as a connecting link) “riveted” or mashed on the ends. These pins are made to be durable and are not removable.

USAR

An example of two ‘ghost’ sprockets tensioning a triplex roller chain system
Correntes de rolos são usadas em transmissões de baixa a média velocidade, em torno de 600 a 800 pés por minuto; no entanto, em velocidades mais altas, em torno de 2.000 a 3.000 pés por minuto, correias em V são normalmente usadas devido a problemas de desgaste e ruído.
Uma corrente de bicicleta é um tipo de corrente de rolos. As correntes de bicicleta podem ter um elo mestre ou exigir uma ferramenta específica para remoção e instalação. Uma corrente semelhante, porém maior e, portanto, mais resistente, é usada na maioria das motocicletas, embora às vezes seja substituída por uma correia dentada ou um eixo cardã, que oferecem menor nível de ruído e exigem menos manutenção.
A grande maioria dos motores de automóveis utiliza correntes de rolos para acionar o(s) eixo(s) de comando. Motores de altíssimo desempenho frequentemente utilizam engrenagens, e, a partir do início da década de 1960, alguns fabricantes passaram a usar correias dentadas.
Correntes também são usadas em empilhadeiras que utilizam cilindros hidráulicos como polias para elevar e abaixar a plataforma; no entanto, essas correntes não são consideradas correntes de rolos, mas sim classificadas como correntes de elevação ou correntes de lâminas.
As correntes de corte de motosserras se assemelham superficialmente às correntes de rolos, mas são mais relacionadas às correntes de lâminas. Elas são acionadas por elos de tração salientes que também servem para posicionar a corrente na barra.

Sea Harrier FA.2 ZA195 CZPT (cold) vector thrust nozzle – the nozzle is rotated by a chain drive from an air motor
Um uso talvez incomum de um par de correntes de motocicleta é no Harrier Jump CZPT, onde uma transmissão por corrente de um motor pneumático é usada para girar os bocais móveis do motor, permitindo que sejam apontados para baixo para voo pairado ou para trás para voo normal para frente, um sistema conhecido como vetorização de empuxo.

VESTIR

 

O efeito do desgaste em uma corrente de rolos é o aumento do passo (espaçamento entre os elos), fazendo com que a corrente se expanda. Observe que isso se deve ao desgaste nos pinos e buchas de articulação, e não ao estiramento do metal (como ocorre com alguns componentes flexíveis de aço, como o cabo do freio de mão de um veículo).

Com as correntes modernas, é incomum que uma corrente (exceto a de bicicleta) se desgaste até quebrar, pois uma corrente desgastada leva ao rápido desgaste dos dentes das engrenagens, com a falha final sendo a perda de todos os dentes da engrenagem. As engrenagens (em particular a menor das duas) sofrem um movimento de atrito que cria uma forma característica de gancho na face acionada dos dentes. (Esse efeito é agravado por uma corrente com tensão inadequada, mas é inevitável, independentemente dos cuidados tomados). Os dentes (e a corrente) desgastados não proporcionam uma transmissão suave da corrente, e isso pode se tornar evidente pelo ruído, pela vibração ou (em motores de carro que usam corrente de distribuição) pela variação no ponto de ignição observada com uma pistola de ponto. Tanto as engrenagens quanto a corrente devem ser substituídas nesses casos, pois uma corrente nova em engrenagens desgastadas não durará. No entanto, em casos menos graves, pode ser possível salvar a maior das duas engrenagens, já que é sempre a menor que sofre maior desgaste. Somente em aplicações muito leves, como em uma bicicleta, ou em casos extremos de tensão inadequada, a corrente normalmente escapará das engrenagens.

O alongamento devido ao desgaste de uma corrente é calculado pela seguinte fórmula:

M = o comprimento de um número de elos medidos

S = o número de elos medidos

P = Altura

Na indústria, é comum monitorar o movimento do tensionador da corrente (seja manual ou automático) ou o comprimento exato da corrente de transmissão (uma regra prática é substituir uma corrente de rolos que tenha se alongado 3% em uma transmissão ajustável ou 1,5% em uma transmissão de centro fixo). Um método mais simples, particularmente adequado para ciclistas e motociclistas, é tentar puxar a corrente para longe da maior das duas engrenagens, garantindo que a corrente esteja esticada. Qualquer movimento significativo (por exemplo, permitindo ver através de uma abertura) provavelmente indica que a corrente está desgastada além do limite. Danos ao revestimento CZPT ocorrerão se o problema for ignorado. O desgaste do CZPT anula esse efeito e pode mascarar o desgaste da corrente.

DESGASTE DA CORRENTE DA BICICLETA

The lightweight chain of a bicycle with derailleur gears can snap (or rather, come apart at the side-plates, since it is normal for the “riveting” to fail first) because the pins inside are not cylindrical, they are barrel-shaped. Contact between the pin and the bushing is not the regular line, but a point which allows the chain’s pins to work its way through the bushing, and finally the roller, ultimately causing the chain to snap. This form of construction is necessary because the gear-changing action of this form of transmission requires the chain to both bend sideways and to twist, but this can occur with the flexibility of such a narrow chain and relatively large free lengths on a bicycle.

A quebra da corrente é um problema muito menor em sistemas de engrenagens de cubo (por exemplo, CZPT dix de 2 velocidades, Sturmey-Archer AW), já que os pinos paralelos têm uma superfície de desgaste muito maior em contato com a bucha. O sistema de engrenagens de cubo também permite o encapsulamento completo, o que facilita bastante a lubrificação e a proteção contra detritos.

FORÇA DA CORRENTE

The most common measure of roller chain’s strength is tensile strength. Tensile strength represents how much load a chain can withstand under a one-time load before breaking. Just as important as tensile strength is a chain’s fatigue strength. The critical factors in a chain’s fatigue strength is the quality of steel used to manufacture the chain, the heat treatment of the chain components, the quality of the pitch hole fabrication of the linkplates, and the type of shot plus the intensity of shot peen coverage on the linkplates. CZPT factors can include the thickness of the linkplates and the design (contour) of the linkplates. The rule of thumb for roller chain operating on a continuous drive is for the chain load to not exceed a mere 1/6 or 1/9 of the chain’s tensile strength, depending on the type of master links used (press-fit vs. slip-fit)[citação necessária]Correntes de rolos operando em acionamento contínuo além desses limites podem falhar prematuramente, e geralmente falham, devido à fadiga das placas de ligação.

A resistência mínima padrão da corrente de aço ANSI 29.1 é de 12.500 x (passo, em polegadas).2Correntes com anéis X e O reduzem significativamente o desgaste por meio de lubrificantes internos, aumentando a vida útil da corrente. A lubrificação interna é feita por meio de vácuo durante a rebitagem da corrente.

CORRENTE STHangZhouRDS

Organizações de padronização (como a ANSI e a ISO) mantêm padrões para projeto, dimensões e intercambialidade de correntes de transmissão. Por exemplo, a tabela a seguir mostra dados da norma ANSI B29.1-2011 (Correntes de rolos de transmissão de precisão em CZPT, acessórios e CZPTs), desenvolvida pela Sociedade Americana de Engenheiros de CZPT (ASME). Consulte as referências.[8][9][10] Para obter informações adicionais.

Dimensões padrão de correntes de rolos ASME/ANSI B29.1-2011: Dimensões, Passo, Diâmetro máximo do rolo, Resistência mínima à tração, Carga de medição CZPT: 25

Tamanhos padrão de correntes de rolos ASME/ANSI B29.1-2011
Tamanho Tom Diâmetro máximo do rolo Resistência mínima à tração CZPT Medição de carga
25 0,250 pol (6,35 mm) 0,130 pol (3,30 mm) 780 lb (350 kg) 18 lb (8,2 kg)
35 0,375 pol (9,53 mm) 0,200 pol (5,08 mm) 1.760 lb (800 kg) 18 lb (8,2 kg)
41 0,500 pol (12,70 mm) 0,306 pol. (7,77 mm) 1.500 lb (680 kg) 18 lb (8,2 kg)
40 0,500 pol (12,70 mm) 0,312 pol. (7,92 mm) 3.125 lb (1.417 kg) 31 lb (14 kg)
50 0,625 pol. (15,88 mm) 0,400 pol (10,16 mm) 4.880 lb (2.210 kg) 49 lb (22 kg)
60 0,750 pol (19,05 mm) 0,469 pol (11,91 mm) 7.030 lb (3.190 kg) 70 lb (32 kg)
80 1,000 pol. (25,40 mm) 0,625 pol. (15,88 mm) 12.500 lb (5.700 kg) 125 lb (57 kg)
100 1,250 pol. (31,75 mm) 0,750 pol (19,05 mm) 19.531 lb (8.859 kg) 195 lb (88 kg)
120 1,500 pol. (38,10 mm) 0,875 pol. (22,23 mm) 28.125 lb (12.757 kg) 281 lb (127 kg)
140 1,750 pol. (44,45 mm) 1,000 pol. (25,40 mm) 38.280 lb (17.360 kg) 383 lb (174 kg)
160 2,000 pol. (50,80 mm) 1,125 pol. (28,58 mm) 50.000 lb (23.000 kg) 500 lb (230 kg)
180 2,250 pol. (57,15 mm) 1,460 pol. (37,08 mm) 63.280 lb (28.700 kg) 633 lb (287 kg)
200 2,500 pol. (63,50 mm) 1,562 pol. (39,67 mm) 78.175 lb (35.460 kg) 781 lb (354 kg)
240 3,000 pol. (76,20 mm) 1,875 pol. (47,63 mm) 112.500 lb (51.000 kg) 1.000 lb (450 kg)

Para facilitar a memorização, segue abaixo outra apresentação das principais dimensões da mesma norma, expressas em frações de polegada (o que influenciou a escolha dos números preferenciais na norma ANSI):

Inclinação (polegadas) Tom expresso
em oitavos
Norma ANSI
número da cadeia
Largura (polegadas)
1/4 2/8 25 1/8
3/8 3/8 35 3/16
1/2 4/8 41 1/4
1/2 4/8 40 5/16
5/8 5/8 50 3/8
3/4 6/8 60 1/2
1 8/8 80 5/8

Notas:
1. O passo é a distância entre os centros dos roletes. A largura é a distância entre as placas de ligação (ou seja, ligeiramente maior que a largura do rolete para permitir folga).
2. O dígito à direita da norma indica: 0 = corrente normal, 1 = corrente leve, 5 = corrente com bucha sem roletes.
3. O dígito à esquerda indica o número de oitavos de polegada que compõem o espaçamento.
4. An “H” following the standard number denotes heavyweight chain. A hyphenated number following the standard number denotes double-strand (2), triple-strand (3), and so on. Thus 60H-3 denotes number 60 heavyweight triple-strand chain.
A typical bicycle chain (for derailleur gears) uses narrow 1⁄2-inch-pitch chain. The width of the chain is variable, and does not affect the load capacity. The more sprockets at the rear wheel (historically 3-6, nowadays 7-12 sprockets), the narrower the chain. Chains are sold according to the number of speeds they are designed to work with, for example, “10 speed chain”. Hub gear or single speed bicycles use 1/2″ x 1/8″ chains, where 1/8″ refers to the maximum thickness of a sprocket that can be used with the chain.

Normalmente, correntes com elos paralelos possuem um número par de elos, com cada elo estreito seguido por um largo. Correntes construídas com um tipo uniforme de elo, estreito em uma extremidade e largo na outra, podem ser feitas com um número ímpar de elos, o que pode ser uma vantagem para se adaptar a uma distância específica entre as rodas dentadas; por outro lado, essa corrente tende a ser menos resistente.

Correntes de rolos fabricadas segundo a norma ISO são por vezes designadas como isocorrentes.

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